Porão BAS.
Segurança ofensiva
autônoma.

Nossa plataforma própria de Breach & Attack Simulation conduz um engajamento de ponta a ponta — e se recusa a afirmar o que não mediu. A diferença entre achar e provar.

Disciplina Prova > reflexão Veredito honesto Contenção em camadas

Exemplo ilustrativo. Execução sempre contra escopo autorizado.

Não é um scanner. É um ataque simulado que roda sozinho.

Um scanner comum lista possíveis falhas e devolve "limpo" — sem você saber o que ele de fato testou. O Porão BAS vai além: simula o ataque de ponta a ponta e só aponta uma vulnerabilidade quando consegue prová-la na prática, não quando ela apenas "parece" existir. E, quando algo não pôde ser testado, ele diz exatamente o quê e por quê. O resultado é um relatório em que você pode confiar: sem alarme falso e sem ponto cego escondido.

found clean inconclusive capability_off not_run

Quando design conflita com princípio, o princípio ganha.

Cinco regras decidem cada escolha de arquitetura — e são o que torna cada achado defensável na revisão do cliente.

P1 · Prova, não reflexão

Confirma pelo que só o alvo poderia gerar

Erro de parser, valor calculado, diferencial contra um controle de mesma forma, tempo medido ou callback out-of-band. Um payload que apenas "aparece na resposta" nunca vira achado.

P2 · Veredito honesto

capability_off nunca vira clean

Um braço confirmatório desligado, um binário ausente ou uma credencial inválida geram uma linha própria que nomeia o que faltou — nunca um falso "limpo" que esconde um ponto cego.

P3 · Contenção em camadas

Nenhuma camada substitui a outra

Bloqueio de política, aprovação auditada, guarda anti-destrutiva na requisição, controle de ritmo (OPSEC) e orçamento de volume operam em camadas independentes — subir a agressividade do teste nunca derruba a proteção do seu ambiente.

P4 · Supressão ≠ descarte

Dá para refutar qualquer decisão

Sinal rebaixado continua auditável, com a regra que o rebaixou nomeada. A cobertura é inteira: você sabe o que foi testado, o que foi suprimido e por quê.

19.000+

Vetores de ataque

26

Técnicas próprias

21

Módulos de API

790+

Payloads versionados

5

Vereditos possíveis

Um pipeline em duas famílias.

As fases de cabeça rodam em ordem fixa e não podem ser puladas. As de análise se adaptam ao alvo — mas relatório e remediação nunca são opcionais.

Cabeça

Ordenado · não-skippável
  1. 01EnumeraçãoConsolidação de hosts, escopo e verificação de propriedade.
  2. 02SuperfícieDescoberta de origem, varredura de portas e modelagem da superfície.
  3. 03ReconhecimentoGrafo de proveniência e correlação segredo → rota.
  4. 04Onda de ataqueA rodada ofensiva adaptativa, por host.

Análise

Adaptativo
  1. 05Correlação & qualidadeAgrupa sinais e mede a confiança de cada achado.
  2. 06EncadeamentoCompõe falhas isoladas em caminhos de ataque reais.
  3. 07Exploração assistidaValidação de impacto com contenção em cada passo.
  4. 08Relatório & remediaçãoTécnico, executivo e plano de correção. Nunca opcional.

Seis formas de provar. Nenhuma é "o payload apareceu".

Cada classe de vulnerabilidade tem um oráculo próprio — o sinal que distingue execução real de simples eco.

01

Erro de parser

O alvo revela que interpretou o payload — não apenas o devolveu.

02

Valor calculado

A resposta contém algo que só o servidor poderia ter computado.

03

Diferencial com controle

Comparado a um controle de mesma forma e valor benigno, com baseline medida.

04

Tempo medido

Atraso estatisticamente separado do jitter da baseline, não um palpite.

05

Callback out-of-band

O alvo nos contata por um canal DNS próprio — prova fora da resposta HTTP.

06

Controle negativo

Se o controle benigno também casa, é reflexão — e o achado não sai.

O que fica quando a execução termina.

Toda run entrega relatório e plano de remediação — nunca são opcionais. E cada artefato tem fronteira de falha própria: perder um jamais apaga os outros.

01

Relatório técnico

HTML e PDF, achado por achado, com a reprodução e o oráculo que confirmou cada um.

02

Relatório executivo

Risco e cobertura para quem decide — inclusive o que não foi testado e por quê.

03

coverage.json

Uma linha por par (técnica, host): executado, variantes enviadas, requisições, veredito e motivo.

04

Scripts de reteste

Um por achado confirmado, para a sua equipe reproduzir e validar a correção.

05

Evidência com hash

Integridade SHA-256 em cada artefato de evidência — o que sustenta o achado na revisão.

06

SARIF & supressões

Integra ao seu pipeline de código; nada rebaixado é descartado — tudo permanece auditável.

Um serviço próprio, contratado à parte.

O Porão BAS é um serviço independente — você o contrata pelo que ele entrega, com escopo e proposta próprios.

Caso de uso

Antes de uma auditoria

Uma leitura honesta da sua superfície — com o que foi testado e o que ficou de fora nomeado, sem falso "limpo".

Caso de uso

Cobertura recorrente

Execuções periódicas contra escopo autorizado para acompanhar a evolução do risco entre engajamentos manuais.

Caso de uso

Evidência que se sustenta

Relatório técnico e executivo com prova por achado — do tipo que resiste à revisão do seu time.

Veja o Porão BAS
contra o seu escopo.

Agende uma demonstração e mostramos, no seu contexto, a diferença entre um relatório que você consegue refutar e um que se sustenta.